A produção de grafeno a partir de fontes renováveis, como o bagaço
da cana-de-açúcar, representa uma inovação significativa tanto no campo dos
materiais avançados quanto na sustentabilidade. Este trabalho teve como
objetivo avaliar a eficiência do pré-tratamento químico do bagaço da
cana-de-açúcar, visando sua viabilidade na produção de óxido de grafeno. O
bagaço da cana-de-açúcar foi seco a 60 °C e, em seguida, triturado até a
obtenção de um pó fino. Posteriormente, o material foi submetido a tratamentos
ácido e alcalino, ambos sob agitação mecânica por 1 hora, e filtrado em placa
sinterizada até atingir pH neutro, resultando no composto purificado denominado
B. O trabalho visa demonstrar não apenas a viabilidade do uso do bagaço da
cana-de-açúcar para a produção de óxido de grafeno, mas também a importância de
soluções sustentáveis na valorização de resíduos agrícolas, alinhando-se aos
princípios da economia circular e contribuindo para a redução dos impactos
ambientais.
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