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terça-feira, 16 de junho de 2009

Ira Levin - O Bebê de Rosemary


Ira Levin, (Nova Iorque, 27 de Agosto de 1929 — Nova Iorque, 12 de Novembro de 2007) foi um escritor, dramaturgo e compositor norte americano.Autor de obras como Rosemary's Baby, que foi adaptado ao cinema por Roman Polanski com o título em língua portuguesa de O Bebê de Rosemary. Também escreveu Os Meninos do Brasil, também levado ao cinema.
O Bebê de Rosemary:
Alugando um apartamento em antigo prédio de Nova Iorque, os recém-casados Rosemary e Guy Woodhouse organizam suas vidas com pequena ajuda dos vizinhos Minnie e Roman Castevet. Guy é ator e luta por um papel de destaque, enquanto Rosemary decora com ar mais alegre o apartamento onde anteriormente foi cometido um crime. Guy consegue um papel graças a um acidente com o ator titular e, logo depois, Rosemary tem um pesadelo no qual é possuída pelo demônio. Passado algum tempo, Rosemary descobre que está grávida e é tratada por Minnie e o médico desta, Dr. Sapirstein com vitaminas especiais. Fatos estranhos levam Rosemary a desconfiar que todas estas pessoas estão envolvidas com magia negra, começando a suspeitar que o marido, um ator que, literalmente, venderia a alma ao diabo para conquistar o sucesso, mantém ligações perigosas com vizinhos praticantes de bruxaria, que desejam possuir o filho dela que vai nascer.


Baixe aqui "O Bebê de Rosemary": http://www.easy-share.com/1905818653/Ira

E este é o restante dela.

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sábado, 6 de junho de 2009

Caixas-Pretas

Após o recém acidente ocorrido com um avião, fabricado pela Air Bus (477) pertencente à Air France, fica a curiosidade de como saber o que realmente possa ter ocorrido.É aí que entra em ação um equipamento conhecido como caixa-preta que na verdade é laranja. São equipamentos conhecidos como FDR (gravador de dados do vôo) e CVR (gravador de voz da cabine do piloto).
Os irmãos Wright foram os primeiros a usar um dispositivo para gravar as rotações do motor, segundo documentos fornecidos pela L-3 Communications. De qualquer forma, a ampla utilização de gravadores na aviação não começou antes da Segunda Guerra Mundial. Desde então, os meios de gravação das caixas-pretas se desenvolveram, a fim de gravar mais informações sobre a operação de um avião.Embora muitas das caixas-pretas usadas atualmente usem fita magnética, as companhias aéreas estão mudando-as para placas de memória de semicondutores, que apareceram nos anos 90. A fita magnética funciona como qualquer gravador de fitas. A fita Mylar é puxada por uma cabeça eletromagnética que deixa um pouco de informações na fita.
Os fabricantes das caixas-pretas não estão mais produzindo gravadores de fita magnética, uma vez que a transição para a tecnologia de semicondutores foi completa.
Tecnologia dos semicondutores
Os gravadores semicondutores são considerados muito mais confiáveis do que os de fita magnética, segundo Ron Crotty, porta-voz da Honeywell, uma das fabricantes de caixas-pretas. Os semicondutores usam dados organizados em pilhas de chips de memória, de forma que eles não se mexam. Sem partes que se mexam, existe pouca necessidade de manutenção e uma chance menor de algo quebrar durante uma queda.Os dados da CVR e da FDR são armazenados em placas de memória empilhadas dentro da unidade de memória capaz à prova de acidente (CSMU). Nos gravadores feitos pela L-3 Communications, a CSMU é um compartimento cilíndrico do gravador. As placas de memória empilhadas têm, aproximadamente, 4,5 cm de diâmetro e 2,5 cm de altura.As placas de memória têm espaço digital de armazenamento suficiente para acomodar duas horas de dados de áudio nas CVRs e 25 horas de dados do vôo nas FDRs. cabo de interface de memória. Este é o cabo que segue as laterais das placas de memória e as conecta à placa do processador de aquisição que fica na parte inferior do chassis do gravador. Existem duas placas de circuito adicionais dentro das caixas-pretas: Placa de interface da aeronave - esta paca é o conector que faz a interface entre o gravador e o avião. Ela controla as condições dos sinais, o circuito de fornecimento de energia e protege o dispositivo contra oscilações de energia. Placa do compressador de áudio - encontrada somente nas CVRs ou em combinações de gravadores de avião (FDR e CVR em um só), esta placa condiciona, digitaliza e processa o áudio que vem da cabine do piloto, preparando-o para o armazenamento. Os aviões são equipados com sensores que recolhem dados. Existem sensores que detectam aceleração, velocidade do ar, altitude, configurações da asa, temperatura externa, temperatura e pressão internas do avião, desempenho do motor e outros. Os gravadores de fita magnética conseguem detectar, aproximadamente, 100 parâmetros, enquanto os gravadores semicondutores conseguem detectar mais de 700 em aeronaves maiores.Todos os dados coletados pelos sensores do avião são enviados para a unidade de aquisição de dados de vôo (FDAU) na parte frontal da aeronave. Este dispositivo é encontrado no compartimento de equipamento eletrônico abaixo da cabine do piloto. A unidade de aquisição de dados de vôo é a gestora central de todo o processo de gravação de dados. Ela coleta informações dos sensores e as envia para as caixas-pretas.


Os componentes básicos e a operação dos sistemas de gravação no avião


Ambas as caixas-pretas são alimentadas por dois geradores de energia, que extraem sua energia dos motores do avião. Um gerador é uma fonte de energia de 28 volt DC e o outro é uma fonte de energia de 115 volt, 400 hertz (Hz) AC. Eles são equipamentos padrão de fornecimento de energia da aeronave, segundo Frank Doran, diretor de engenharia da L-3 Communications Aviation Recordes.Gravadores de vozes da cabine do pilotoEm quase todas as aeronaves comerciais, existem vários microfones embutidos na cabine do piloto para rastrear as conversas da tripulação. Estes microfones também são projetados para rastrear qualquer barulho na cabine, como batidas ou pancadas. Pode haver até quatro microfones na cabine do piloto, todos conectados ao gravador de voz da cabine (CVR).
Todos os sons da cabine do piloto são registrados por esses microfones e enviados para a CVR, onde as gravações são digitalizadas e armazenadas. Também há outro dispositivo na cabine do piloto, chamada unidade de controle associado, que fornece uma pré-amplificação para o áudio que vai para a CVR. Seguem as posições dos quatro microfones:
fones do pilotofones do co-pilotofones de um terceiro tripulante (se houver) róximo à cabine do piloto, onde é possível captar alertas de áudio e outros sons
A maioria das CVRs de fita magnética armazenam os últimos 30 minutos de som. Elas usam uma volta contínua de fita que completa um ciclo a cada 30 minutos e, assim que é gravado um novo conteúdo, o conteúdo antigo é substituído. As CVRs que usam armazenamento semicondutor conseguem gravar duas horas de áudio. Assim como os gravadores de fita magnética, os gravadores semicondutores também gravam por cima do material antigo.
Testando uma CSMU
Para garantir a qualidade e capacidade de resistência das caixas-pretas, os fabricantes aplicam diversos testes nas CSMUs. Para testar a unidade, os engenheiros carregam dados nas placas de memória que estão dentro da CSMU. A L-3 Communications usa um padrão aleatório para inserir dados em todas as placas de memória. Este padrão é revisado para determinar se qualquer um dos dados foi danificado pela queda do avião, incêndio ou pressão.






  • Impacto da queda - os pesquisadores atiram a CSMU por um canhão de ar, a fim de criar um impacto de 3.400 Gs (1 G é a força da gravidade da Terra). A 3.400 Gs, a CSMU atinge um alvo de alumínio com uma força igual a 3.400 vezes o seu peso. A força do impacto é igual ou maior do que a que um gravador pode se submeter em uma queda real.




  • Lançamento de pino - para testar a resistência de penetração da unidade, os pesquisadores lançam um peso de 227 kg com um pino de 0,62 cm para fora da parte inferior para a CSMU, de uma altura de 3 m. Este pino, com 250 kg, atinge o eixo mais vunerável do cilindro da CEsmagamento estático - durante cinco minutos, os pesquisadores aplicam 5 mil psi de força de pressão nos pontos principais dos seis eixos.




  • Teste de incêndio - os pesquisadores colocam a unidade dentro de uma bola de fogo (com fonte de propano), "cozinhando-a" com três maçaricos. A unidade fica no fogo a 1.100°C durante uma hora. A FAA exige que todos os gravadores semicondutores consigam resistir, pelo menos, uma hora nesta temperatura.




  • Sbmersão profunda - a CSMU é colocada num tanque pressurizado de água salgada durante 24 horas.




  • Submersão na água salgada - a CSMU precisa resistir a 30 dias dentro de um tanque de água salgada.




  • Imersão em fluídos - vários componentes da CSMU são colocados em vários fluidos usados na aviação, incluindo combustível de jatos, lubrificantes e produtos químicos contra incêndio.


Durante o teste de incêndio, o cabo de interface da memória que liga as placas de memória à placa de circuitos é queimado. Depois que a unidade esfria, os pesquisadores a pegam e retiram a memória. Eles colocam as placas de memória novamente em pilhas, instalam um novo cabo de interface e anexam a unidade a um sistema de leitura para verificar que todos os dados previamente carregados estão lá.As caixas-pretas normalmente são vendidas e instaladas pelos fabricantes do avião. Elas costumam ser instaladas na cauda do avião. "Normalmente, a cauda do avião é a última parte a sofrer impacto", diz Doran. "Toda a parte frontal da aeronave fornece uma zona de impacto, que ajuda na desaceleração dos componentes da cauda, incluindo os gravadores, e aumenta as probabilidades de que a memória protegida contra acidentes do gravador, resista ao impacto".A localização exata dos gravadores depende de cada avião. Às vezes ficam no teto, no compartimento traseiro de carga ou no cone da cauda que cobre a parte traseira do avião.
Depois da queda
Embora sejam chamadas de caixas-pretas, na realidade sua cor é um laranja vibrante. Esta cor diferente, associada a faixas reflexivas anexadas ao exterior dos gravadores, facilita a sua localização depois de um acidente. Isto é muito útil quando um avião cai na água. Existem algumas explicações com relação à origem para o termo "caixa-preta": alguns acreditam que seja devido ao fato de os antigos gravadores serem pintados de preto, outros acham que é uma referência à carbonização dos incêndios pós-acidentes. Na realidade, a expressão surgiu originalmente como metáfora: era dessa maneira ("black box") que os pilotos da RAF - a Real Força Aérea britânica - chamavam todas as inovações introduzidas em suas aeronaves durante a Segunda Guerra Mundial.Farol localizador subaquáticoAlém da tinta e da fita que reflete, as caixas-pretas são equipadas com um farol localizador subaquático (ULB). Se você vir a foto de uma caixa-preta, quase sempre verá um objeto pequeno e cilíndrico anexado a uma das extremidades do dispositivo. Ao mesmo tempo que funciona como alça para carregar a caixa-preta, esse cilindro na verdade é um farol.
Se um avião cai na água, este farol emite um pulso ultra-sônico rapidamente detectado pelo sonar e equipamentos acústicos de localização. Existe um sensor de imersão na lateral do farol. Quando a água encosta neste sensor, o farol é ativado.O farol emite pulsos a 37,5 kHz e consegue emitir som em uma profundidade de até 4.267 m. Uma vez que o farol começa a emitir esse som, faz isso uma vez por segundo durante 30 dias. Esse farol é alimentado por uma bateria protegida que dura seis anos. Raramente o farol arrebenta durante uma colisão de alto impacto. SMU.
Nos Estados Unidos, quando os investigadores localizam uma caixa-preta, ela é levada para os laboratórios de computadores da NTSB - National Transportation Safety Board. O transporte destes dispositivos é feito com muito cuidado, para evitar qualquer dano à mídia de gravação. Em casos de acidentes aquáticos, os gravadores são colocados em um resfriador de água para impedir que sequem.
Informações de resgate
Após achar as caixas-pretas, os investigadores levam os gravadores para um laboratório, onde fazem o download dos dados contidos nos gravadores e tentam recriar os acontecimentos que podem ter levado ao acidente. Este processo pode levar de semanas a meses. Nos Estados Unidos, os fabricantes de caixas-pretas dão à NTSB os sistemas de leitura e softwares necessários para fazer uma análise completa dos dados armazenados pelos gravadores. Se a FDR não estiver danificada, os investigadores podem simplesmente ouvi-las no gravador, conectando-a a um sistema de leitura. Nos gravadores semicondutores, os investigadores podem extrair os dados armazenados em questão de minutos. Normalmente os gravadores tirados dos destroços estão amassados ou queimados. Nestes casos, as placas de memória são retiradas, limpas, um novo cabo de interface é instalado e a placa de memória é conectada a um gravador. Este gravador tem um software especial para facilitar o resgate dos dados sem a possibilidade de gravar nada por cima deles.Uma equipe de especialistas é trazida para interpretar as gravações armazenadas em uma CVR. Este grupo normalmente tem um representante da campanhia aérea, um do fabricante do avião, um especialista em segurança de transporte da NTSB e um investigador de segurança aérea da NTSB. Também pode ter um especialista em idiomas do Escritório Federal de Investigação - Federal Bureau of Investiagtion e, caso seja necessário, um intérprete. Esta equipe tenta interpretar 30 minutos de palavras e sons gravados pela CVR, o que pode levar muitas semanas para ser concluído.A FDR e a CVR são ferramentas de valor incalculável para qualquer investigação de acidentes aéreos. Elas fornecem pistas importantes sobre o que pode ter causado a queda do avião.


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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Google SketchUp

Desenvolvido para arquitetos, engenheiros civis, produtores de filmes, desenvolvedores de jogos e outros profissionais relacionados, o SketchUp é um conjunto de ferramentas para a criação de modelos tridimensionais. Este programa foi pensado para ser mais intuitivo, flexível e fácil de usar do que programas similares.
Através de vídeos tutoriais, um centro de ajuda e uma comunidade de usuários, é fácil desvendar as ferramentas do SketchUp e obter ajuda em caso de dúvidas. Isso permite que qualquer usuário comece a trabalhar e criar modelos em pouco tempo.
Criando modelos com ajuda
Uma ajuda fácil é a caixa de diálogo do instrutor, a qual você habilita e desabilita a qualquer momento.Como característica marcante dos serviços do Google, o SketchUp tem grande capacidade de interação com outros serviços, como o Google Earth e o YouTube. Você pode, por exemplo, modelar sua cidade para o Google Earth, criar uma animação e publicá-la no YouTube.
Você também pode modelar ambientes internos como quartos e salas. Não há limite nenhum neste sentido. Os modelos podem ser feitos do zero ou então a partir de criações de outros usuários que podem ser baixadas através do Google 3D Warehouse – um enorme banco de modelos.
Recursos
Todo modelo criado pelo SketchUp é feito basicamente de dois elementos primordiais: cantos e faces. Os primeiros são linhas retas e os segundos são os formatos bidimensionais criados quando vários cantos formam uma figura. Qualquer superfície lisa pode ser transformada em uma forma tridimensional com uma ferramenta simples. Basta “puxar e empurrar” a figura com o mouse. Por exemplo, um retângulo pode virar uma caixa em poucos cliques.
A ferramenta Follow Me apresenta um conceito inovador para criar formas tridimensionais de superfícies bidimensionais através de caminhos determinados. Por exemplo: faça uma linha em L e depois crie um círculo para modelar um cano. Essa ferramenta também pode ser utilizada para arredondar cantos em modelos como corrimãos, mobílias, etc.
As partes geométricas dos modelos criados podem ser agrupadas, o que facilita a movimentação, cópia e colagem dentro do trabalho. Há também os componentes, grupos de objetos nos quais uma modificação atinge a todos eles.
Caso sua criação tenha muitos objetos, organize-os através de anotações que podem conter informações como dimensões e outros detalhes. Para criações ainda mais complexas, é possível visualizá-las em seu contexto diretamente no Google Earth.
Mais recursos
Outra ferramenta de destaque no SketchUp é a possibilidade de olhar dentro do seu modelo, cortando temporariamente partes do design para isso. Essas seções podem ser utilizadas para a criação de visualizações ortográficas.
Há também outras ferramentas de navegação que lhe permitem visualizar o modelo de uma perspectiva em primeira pessoa. Você se coloca em qualquer lugar diante do modelo com uma cabeça virtual ou então anda para explorar a criação, sendo possível até subir e descer escadas e rampas. Criar terrenos é fácil com a ajuda de ferramentas especiais. Gere paisagens a partir de linhas importadas. Adicione linhas e vales para então criar uma estrada altamente fiel. As dimensões são precisas e é possível imprimir seus objetos em tamanho real.
Importando e exportando
Você pode importar arquivos do tipo 3DS, DXF e DWG diretamente aos seus modelos. Também é possível trabalhar com imagens nos formatos JPG, PDF, PNG e TIFF. Elas podem ser usadas individualmente ou como parte de superfícies para a criação de modelos realísticos.

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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Deixados Para Trás -12


Sinopse 12: Jerusalém está quase caindo nas mãos do exercito da Comunidade Global... Já se passaram sete anos desde o arrebatamento e quase sete anos da assinatura do pacto do anticristo com Israel. Os crentes olham para o céu na espera do Glorioso Aparecimento enquanto o mundo está no limiar do final dos tempos. O anticristo reúne os exércitos do mundo no vale do Megido para o que acredita ser o seu triunfo definitivo de todas as eras. Com uma vitória assim subirá ao trono de Deus. ...enquanto milhões de pessoas se aglomeram para a grande batalha.
E este é o restante dela.

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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Explosivo C-4


Algum tempo atrás, a maioria das pessoas não tinha a mínima idéia do que era o C-4. Mas, infelizmente, ele se tornou um termo bastante familia­r, aparecendo em jornais e na televisão o tempo todo. Em outubro de 2000, terroristas usaram C-4 para atacar o navio U.S.S. Cole, matando 17 marinheiros. Em 1996, terroristas usaram C-4 para explodir o complexo habitacional militar americano Khobar Towers, na Arábia Saudita. Em dezembro de 2001, um homem conseguiu carregar um material semelhante para dentro de um avião comercial. Como? Escondeu no sapato. O C-4 também já foi usado em muitos atentados suicidas com bomba, em Israel e em seus territórios ocupados.


Um explosivo típico consiste em um dispositivo de detonação, algum recipiente e, obviamente, algum material explosivo. O material explosivo passa por uma rápida reação química, uma combustão ou uma reação de decomposição, ao ser disparado pelo calor ou pela energia do detonador.Na reação química, os compostos se quebram para formar vários gases. Os reagentes (os compostos químicos originais) possuem muita energia armazenada nas ligações químicas entre átomos diferentes. Quando as moléculas dos compostos são quebradas, os produtos (gases resultantes) podem usar uma parte dessa energia para formar novas ligações, mas nunca a usam completamente. E a maior parte desse "resto" de energia toma a forma de um calor extremo.Como os gases estão concentrados sob pressão muito alta, eles expandem rapidamente. E o calor acelera as partículas de gás, aumentando ainda mais a pressão. Em um alto explosivo, a pressão do gás é suficientemente forte para destruir estruturas além de ferir e matar pessoas. Se o gás se expande mais rápido do que a velocidade do som, acaba gerando uma potente onda de choque. Além disso, essa pressão também pode empurrar pedaços de material sólido para fora a grandes velocidades, o que faz que eles atinjam pessoas ou objetos com um bocado de força.O C-4 é um desses explosivos e foi criado para usos militares.Altos e baixosEm baixos explosivos, como o propulsor de um cartucho de balas, a reação ocorre relativamente devagar e a pressão não causa tantos danos. Os gases em expansão só servem para empurrar um objeto pequeno. Já os altos explosivos, como o C-4 e o TNT, expandem com maior rapidez e geram uma pressão muito maior. Os especialistas em explosivos chamam essas reações rápidas de detonação e as mais lentas, de deflagração.
O que é o C-4O C-4 ou composto 4 é um tipo de explosivo plástico. A idéia básica dos explosivos plásticos (em inglês), também chamados de PBX (do inglês Plastic Bonded eXplosives), é combinar produtos químicos explosivos com uma liga plástica. Essa liga tem duas funções importantes:
revestir o material explosivo para que ele seja menos sensível ao choque e ao calor. É por isso que o explosivo é relativamente seguro de manusear;
tornar o material explosivo bastante maleável, permitindo moldá-lo em formatos diferentes para alterar a direção da explosão.
Ingredientes do C-4RDX (ciclotrimetilenotrinitramina) - 91%sebacato de di(2-etil-hexila) - 5,3%poli-isobutileno - 2,1%óleo de motor - 1,6%
O material explosivo no C-4 é o ciclotrimetilenotrinitramina (C3H6N6O6), também chamada de RDX, que é a sigla em Inglês de "explosivo de demolição real" ou "explosivo desenvolvido em pesquisas". O resto do material é composto por poli-isobutileno, que é a liga, e sebacato de di(2-etil-hexila), que é o plastificante (o elemento que deixa o material maleável). Ele também contém uma pequena quantidade de óleo de motor e um pouco de 2,3-Dimetil-2,3-Dinitrobutano (DMDNB), que funciona como um marcador químico para as forças de segurança.Para formar os blocos de C-4, os fabricantes de explosivos pegam o RDX em pó e o misturam com água para formar uma espécie de cimento. Depois, eles adicionam o material que dá a liga, dissolvido em um solvente, e misturam esses materiais com um agitador. A destilação é a maneira usada para remover o solvente posteriormente, ao passo que a secagem e a filtragem são usadas para remover a água. E o que sai como resultado é um explosivo sólido e relativamente estável, com consistência semelhante a de massa de modelar.Assim como com os outros explosivos, é necessário aplicar um pouco de energia sobre o C-4 para iniciar a reação química. Por causa dos elementos estabilizadores, a reação precisa de um choque muito grande para acontecer. Acender o C-4 com um fósforo só irá fazê-lo queimar devagar como se fosse um pedaço de madeira. No Vietnã, os soldados literalmente queimavam o C-4 na hora de fazer fogo para cozinhar. E não adianta tentar: a reação não vai começar se você pegar um rifle e atirar no explosivo. Para conseguir iniciar essa reação, você vai precisar de um detonador.
Um detonador nada mais é do que um explosivo menor de fácil detonação. Um detonador elétrico, por exemplo, usa uma carga rápida para disparar uma pequena quantidade de material explosivo. Quando alguém dispara o detonador ao transmitir a carga pelo fio detonador para uma cápsula detonadora, por exemplo, a explosão aplica uma forte onda de choque, que dispara o C-4.Quando a reação química começa, o C-4 se decompõe para liberar diferentes tipos de gases, especialmente, óxidos de nitrogênio e carbono. Inicialmente, os gases se expandem a cerca de 8.050 m/s, o que os faz atingir, com uma quantidade gigantesca de força, tudo o que estiver em seu redor. Com essa taxa de expansão, é completamente impossível correr da explosão, como se faz nos filmes de ação. O interessante é que, para alguém que observa de fora, a explosão é quase instantânea: em um momento está tudo bem e, no próximo, tudo se foi.Na verdade, a explosão tem duas fases. A expansão inicial é a que inflige a maior parte dos danos. Além disso, cria uma área de baixa pressão em volta do ponto de explosão, os gases se movem para fora tão rapidamente que sugam a maior parte dos gases do local onde a explosão ocorreu. Após essa explosão para fora, os gases "correm" de volta para o vácuo da explosão, criando uma segunda onda de energia, só que menos destrutiva e para dentro.Uma pequena quantidade de C-4 já provoca uma grande explosão. Menos de 450 gramas de C-4 tem potencial para matar várias pessoas e muitos daqueles blocos de C-4 de uso militar (M112), com cerca de meio quilo cada um, conseguem destruir um caminhão. Os especialistas em demolição costumam usar uma boa quantidade de C-4 para fazer um trabalho bem feito. Para uma viga de 20,3 centímetros quadrados de aço, por exemplo, eles usariam de 3,6 a 4,5 kg de C-4.Não há limites: as pessoas usam o poder explosivo do C-4 para todos os tipos de destruição. Uma aplicação comum são as demolições militares, nas quais soldados o colocam em rachaduras e fendas para explodir paredes pesadas. Ele também já foi muito usado como arma para matar pessoas, tanto em batalhas como em ataques terroristas. No Vietnã, por exemplo, além das granadass os soldados também usavam bombas de C-4. Uma arma notável, a mina claymore (produz uma explosão em forma de leque quando detonada), consistia em um bloco de C-4 com vários rolimãs embutidos. Quando o C-4 era detonado, as bolinhas de rolimã viravam projéteis voadores letais (esse tipo de arma também apareceu no filme A senha: swordfish).Infelizmente, tudo indica que o C-4 vai continuar nas manchetes pelos próximos anos. Em razão de sua estabilidade e poder de destruição, ele tem atraído a atenção de terroristas e guerrilheiros de todo o mundo. Como uma pequena quantidade de C-4 consegue causar muitos danos, é relativamente fácil contrabandeá-lo sem que forças de segurança o detectem. O exército americano é o principal fabricante de C-4 e, apesar de manter seu estoque sob rígida vigilância, existem várias outras fontes de materiais explosivos semelhantes, incluindo o Irã, que possui uma história de conflitos com os EUA. Se permanecer tão facilmente acessível, o C-4 continuará sendo uma das principais armas do arsenal do terror.

fonte: Tom Harris. "HowStuffWorks - Como funciona o explosivo C-4". Publicado em 20 de junho de 2002 (atualizado em 28 de outubro de 2008) http://ciencia.hsw.uol.com.br/c-42.htm (20 de maio de 2009).


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Deixados Para Trás - 11


Sinopse 11: O Anticristo dá as cartas para jogo mais traiçoeiro do mundo... Quando a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso tem início, o planeta encontra-se completamente devastado: os tetos das casas voaram pelos ares, novas alianças foram engendradas e o mundo transformou-se em um barril de pólvora. O vale de Jezreel está totalmente tomado por tropas, armas e veículos até onde a vista consegue alcançar. Quem permanecerá em pé no momento em que a batalha conduzir o Comando Tribulação ao limiar do final dos tempos e do Glorioso Aparecimento? ...enquanto milhões de pessoas se aglomeram para a grande batalha.


E este é o restante dela.

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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Deixados Para Trás - 10


Sinopse 10: O Remanescente é o décimo livro da série que conta o drama daqueles que foram deixados para trás no Arrebatamento. O período da Grande Tribulação se desenrola, enquanto as forças do anticristo e do exército dos céus se preparam para a batalha final. Ao mesmo tempo, milhões de cristãos são protegidos por Deus das conseqüências dos flagelos e da ira que o anticristo, Nicolae Carpathia, destila sobre eles. As identidades falsasdos membros do Comando Tribulação e até mesmo o seu esconderijo foram descobertos ou estão sob suspeita, forçando Rayford Steele, Buck Williams e todos os seus companheiros a fugir para sobreviver e, ao mesmo tempo, a manter oposição declarada ao anticristo. Chloe Steele Williams, Mac McCullum e Hannah Palemoon, integrantes do Comando Tribulação, decidem resgatar Sebastian, o mais novo membro do grupo, a qualquer preço -, mas eles não imaginam como será alto esse preço. Tsion Ben-Judá, o mentor espiritual do grupo, continua a afirmar, mesmo diante das terríveis conseqüências dos julgamentos, que esse período tenebroso de sofrimento é um sinal da graça e da misericórdia de Deus, porque faz parte de seus planos. Somente as intervenções milagrosas das forças celestiais ao redor do mundo proporcionam alívio aos cristãos contra a fúria assassina das Forças Pacificadoras da Comunidade Global e dos Monitores de Moral.
E este é o restante dela.

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Água: quanto mais minerais, menor a taxa de suicídio


Um estudo japonês concluiu que beber água com uma dosagem de lítio alterada (para mais) diminui os riscos de suicídio. Os dados são da cidade de Oita, que tem um pouco mais do que um milhão de habitantes. Nos bairros onde o nível do mineral era alto, os índices de suicídio faziam o caminho contrário e vice-versa.O lítio é usado em medicamentos para estabilizar o humor daqueles que sofrem com o distúrbio bipolar, por exemplo. Os pesquisadores, no entanto, alertam que a solução (principalmente em um país como o Japão) NÃO é jogar o mineral na água. Afinal, em altas doses, a substância pode, claro, levar à morte.

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Breakneck - Trash Metal


O thrash metal é uma subdivisão do heavy metal conhecida por uma maior velocidade e maior peso do que seus antecessores. Suas origens remontam ao fim da década de 1970 e começo da década de 1980, quando um grande número de bandas começou a incorporar elementos da NWOBHM com a nova música punk e hardcore que surgia, criando assim um novo estilo. Este novo gênero é muito mais agressivo do que o speed metal, considerado seu predecessor. Algumas das bandas mais influentes do estilo são Metallica, Megadeth, Sepultura, Salyer, Anthrax, Testament e Exodus.
Breakneck, banda formada em abril de 2002 na cidade de Guaxupé, sul de Minas Gerais. Veio da junção de duas outras bandas locais e, no início, contava com Biano (V), José Gonçalves Filho - Zezinho (G), Caetano Abrão (G), André "Leitão" (Bx) e Marco Aurélio (B). Um mês depois a banda já tinha trocado de baixista e baterista, entraram Cuca e Leo Ferreira, respectivamente.
Tocando covers de bandas como Megadeth, Pantera, Sepultura e Slayer e já começando a compor músicas próprias, com um som voltado ao thrash oitentista, a banda fez seu primeiro show em Julho do mesmo ano em um festival na cidade vizinha de Muzambinho com as bandas Lothlorien, Psychotic Eyes, Ancestor e Funeratus. Nessa altura, a banda não tinha nome definido ainda e pouco tempo depois decidiu-se por Breakneck.
A banda seguiu fazendo shows na cidade natal até a saída de Caetano, em janeiro de 2003, por divergências musicais. Então Biano assumiu a outra guitarra, assim a banda se tornou um quarteto. Mais shows e em Agosto a banda tocou ao lado do Corpse Grinder na segunda edição do mesmo festival na cidade de Muzambinho.
Em janeiro de 2004 o baixista Cuca foi obrigado a deixar a banda por falta de profissionalismo e empenho. Na falta de um baixista para o posto, Biano acabou assumindo as quatro cordas e a banda se estabilizou como um power trio desde então.
O ano de 2004 acabou sendo meio obscuro para a banda, com vários problemas pessoais, até que em janeiro de 2005 a banda entrou em estúdio para gravar três músicas: Breakneck, Scream of Death e Diary of a Murderer. As músicas fazem parte do primeiro CD demo da banda, mostrando um thrash metal com influências diversas, que por mais alguns problemas só foi lançado em julho, mas já tendo uma boa aceitação pelos headbangers. Em setembro a banda também participou da coletânea “ThunderGod Compilation Vol. II”, do zine baiano ThunderGod, com a música Scream of Death.
(fonte: http://www.breakneck.com.br/por/)

Deixo aqui três músicas da banda para download.

E este é o restante dela.

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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Epilepsia / Convulsão - Ataque Epliéptico


Sinônimos: epilepsia, ter um ataque, finar-se; desmaio com tremor.

O que é?
Epilepsia é uma doença neurológica crônica, podendo ser progressiva em muitos casos, principalmente no que se relaciona a alterações cognitivas, freqüência e gravidade dos eventos críticos. É caracterizada por crises convulsivas recorrentes, afetando cerca de 1% da população mundial.
Uma crise convulsiva é uma descarga elétrica cerebral desorganizada que se propaga para todas as regiões do cérebro, levando a uma alteração de toda atividade cerebral. Pode se manifestar como uma alteração comportamental, na qual o indivíduo pode falar coisas sem sentido, por movimentos estereotipados de um membro, ou mesmo através de episódios nos quais o paciente parece ficar "fora do ar", no qual ele fica com o olhar parado, fixo e sem contato com o ambiente.A descarga elétrica neuronal anômala que geram as convulsões podem ser resultante de neurônios com atividade funcional alterada (doentes), resultantes de massas tumorais, cicatrizes cerebrais resultantes de processos infecciosos (meningites, encefalites),isquêmicos ou hemorrágicos (acidente vascular cerebral), ou até mesmo por doenças metabólicas (doenças do renais e hepáticas), anóxia cerebral (asfixia) e doenças genéticas. Muitas vezes, a origem das convulsões pode não ser estabelecida, neste caso a epilepsia é definida como criptogênica.



Como se desenvolve?
O mecanismo desencadeador das crises pode ser multifatorial. Em muitas pessoas, as crises convulsivas podem ser desencadeadas por um estímulo visual, auditivo, ou mesmo por algum tipo específico de imagem. Nas crianças, podem surgir na vigência de febre alta, sendo esta de evolução benigna, muitas vezes não necessitando de tratamento.
Nem toda crise convulsiva é caracterizada como epilepsia. Para tal, é preciso que o indivíduo tenha apresentado, no mínimo, duas ou mais crises convulsivas no período de 12 meses, sem apresentar febre, ingestão de álcool , intoxicação por drogas ou abstinência, durante as mesmas.
O que se sente?
A sintomatologia apresentada durante a crise vai variar conforme a área cerebral em que ocorreu a descarga anormal dos neurônios. Pode haver alterações motoras, nas quais os indivíduos apresentam movimentos de flexão e extensão dos mais variados grupos musculares, além de alterações sensoriais, como referidas acima, e ser acompanhada de perda de consciência e perda do controle esfincteriano.
As crises também podem ser precedidas por uma sintomatologia vaga, como sensação de mal estar gástrico, dormência no corpo, sonolência, sensação de escutar sons estranhos, ou odores desagradáveis e mesmo de distorções de imagem que estão sendo vistas.
A grande maioria dos pacientes, só percebem que foram acometidos por uma crise após recobrar consciência, além disso podem apresentar, durante este período, cefaléia, sensibilidade à luz, confusão mental, sonolência, ferimentos orais (língua e mucosa oral).
Como o médico faz o diagnóstico?
O diagnóstico é realizado pelo médico neurologista através de uma história médica completa, coletada com o paciente e pessoas que tenham observado a crise. Além disso, pode ser necessário exames complementares como eletroencefalograma (EEG) e neuroimagem, como tomografia e/ou ressonância magnética de crânio. O EEG é um exame essencial, apesar de não ser imprescindível, pois o diagnóstico é clínico.
Ele ao serve apenas para o diagnóstico, como também para monitorar a evolução do tratamento. Outro exame complementar que pode ser utilizado é o vídeo-EEG, no qual há registro sincronizado da imagem do paciente tendo a crise e o traçado eletroencefalográfico deste momento. As técnicas de neuroimagem são utilizadas para investigação de lesões cerebrais capazes de gerar crises convulsivas, fornecendo informações anatômicas, metabólicas e mesmo funcionais.
Como se trata?
O tratamento da epilepsia é realizado através de medicações que possam controlar a atividade anormal dos neurônios, diminuindo as cargas cerebrais anormais. Existem medicamentos de baixo custo e com poucos riscos de toxicidade. Geralmente, quando o neurologista inicia com um medicamento, só após atingir a dose máxima do mesmo, é que se associa outro , caso não haja controle adequado da epilepsia.
Mesmo com o uso de múltiplas medicações, pode não haver controle satisfatório da doença. Neste caso, pode haver indicação de cirurgia da epilepsia. Ela consiste na retirada de parte de lesão ou das conexões cerebrais que levam à propagação das descargas anormais. O procedimento cirúrgico pode levar à cura, ao controle das crises ou à diminuição da freqüência e intensidade das mesmas.

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